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Fiscalizar o uso correto de EPIs pelas empresas terceirizadas:

Atualizado: 29 de Set de 2020

uma das atribuições dos técnicos de nível superior nas obras do município


Manoel João Souza de Freitas / Foto: Arquivo pessoal

Engenheiro, CREA-RS nº 11.403, Diretoria Geral de Mobilidade e Drenagem Urbana (DGMDU), Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (SMIM).


Desde o nascimento da pandemia do coronavírus, fomos todos aprendendo que, entre as principais medidas de proteção está o uso de máscaras, a higienização das mãos com álcool em gel e o distanciamento físico. No âmbito da Prefeitura de Porto Alegre (PMPA), foram publicados e são constantemente atualizados os Protocolos de Prevenção de Surtos e Cuidados Relacionados à Covid-19.


Aposentado há cerca de 10 anos da Prefeitura de Porto Alegre (PMPA), o eng. civil Manoel João Souza de Freitas, associado da Astec, seguiu trabalhando com a prestação de serviços para diversos órgãos públicos e, desde o ano passado, aceitou o convite para voltar a atuar na PMPA, desta vez, na Diretoria-Geral de Mobilidade e Drenagem Urbana (DGMDU), da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (SMIM). Entre as suas principais atividades, estão projetos e obras de pavimentação de ruas do Orçamento Participativo e de mobilidade, como a revitalização da Rua dos Andradas, Quadrilátero, João Alfredo e Centro Histórico, além da construção e recuperação de obras de arte especiais, como pontes, passarelas, passagens de nível, elevada, túnel e viadutos. O engenheiro responde, ainda, pela fiscalização das obras de contrapartidas, que são as mais variadas obras executadas por empreendedores, como pavimentação, pontes e paradas de ônibus, entre outras. Em entrevista à Revista da Astec, Manoel Freitas fala sobre como está a proteção dos trabalhadores das empresas terceirizadas, nas obras do município.


Distanciamento, luvas e máscaras para

evitar o coronavírus / Foto Arquivo pessoal



Os funcionários terceirizada estão realmente protegidos?

Sim, estão protegidos pelos protocolos, uso de máscaras, disponibilidade de sabonete para higiene das mãos e álcool em gel, além do que, nas obras de mobilidade, quase sempre temos atividades em que é necessário o uso de luvas.


O sr. pode detalhar como essa proteção está funcionando?

Quanto ao coronavírus, foram feitas diversas exigências para as empresas: uso de máscaras, disponibilizar álcool em gel, orientação e treinamento para o uso do equipamento de proteção individual (EPIs), com comprovação via certificado de presença). Também estamos usando escalas para os horários de almoço, a fim de evitar aglomeração; cartazes informativos fixados e orientações semanais nas obras. Os colaboradores que recebem as orientações assinam a ciência das informações.


Quem fiscaliza?

Além das equipes próprias das empresas, com técnicos em segurança do trabalho, os engenheiros da Prefeitura que atuam como fiscais das obras, fazem essas verificações em campo, durante a realização das atividades.


O que acontece caso alguém apresente sintomas de Covid-19 nas obras do município?

Caso algum colaborador esteja com algum tipo de sintoma, ele é orientado a procurar assistência médica para investigação e aguarda o resultado em casa, só retornando ao trabalho quando estiver liberado pelo médico. Em caso de contaminação por coronavírus, deverá ser feita uma comunicação de afastamento por ter contraído o vírus, bem como todos os procedimentos usuais para licença para tratamento de saúde.



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